terça-feira, 21 de novembro de 2017

A Stock é brasileira e não desiste nunca. Que bom!!!!!




A Stockcar é a principal categoria de turismo no Brasil? Sim, isso é fato e inegável.

A categoria é a mais antiga e rentável da atualidade, pelo menos é o que demonstra por onde passa.

Em sua trajetória histórica, sempre procurou trazer o interesse de jovens pilotos, com isso, tentar captar novos negócios.

Neste último fim de semana foi anunciado pela VICAR PROMOÇÕES DESPORTIVAS, a “criação” da Stock Light.

Ok, muito bom, vendo pelo prisma de estar sendo “criada”, mais uma “categoria de base” para o automobilismo brasileiro, nos deparamos que na verdade não está sendo criado nada e sim reativando o mesmo projeto de 1993, claro que com algumas adequações aos dias de hoje.

Agora vamos aos detalhes, já que toda moeda tem os seus dois lados, na parte de negócios do automobilismo não é diferente.

A nova diretoria da VICAR não “criaria” (ressuscitaria) a Stock Light se já não tivesse um modelo de negócios e claro, clientes à vista, ainda mais deixando um terreno fértil aos oportunistas de plantão que já estão divulgando aos 4 ventos a nova oportunidade para quem quiser ingressar na carreira dos bólidos com a chancela da Stockcar, com a velha e habitual porcentagem gorda, claro.

Realmente estou feliz em ver essa iniciativa de mais uma categoria para trazer tal oportunidade para a molecada que começa a sair do kart, e nem todos têm o desejo de continuar a pilotar carros de corrida com as rodas expostas.

Seja bem-vinda “novamente” Stock Light, mais uma categoria a fazer parte do rool de Fórmula Inter, F-Vee e F-1600, só espero que em seu modelo de negócios não se torne a mutante da década de 90.

Por: Alex Cronhal

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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Fim de semana com “emoções” em Interlagos




O fim de semana no Autódromo José Carlos Pace foi de fortes emoções com o GP Brasil de F1 acontecendo em suas dependências, ou melhor, até mesmo fora delas.

Após o dia de treino classificatório para a formação do grid de largada para a penúltima corrida da temporada 2017 da categoria, fortes emoções foram reservadas a algumas equipes da então categoria máxima do automobilismo mundial.

Com as equipes da FIA e também da inglesa Williams, parece ter ficado apenas em tentativas, mas como o povo brasileiro não desiste nunca, tentaram com a turma da Mercedes Bens e também com a da Equipe Sauber consumando os assaltos.

Seguindo adiante, vamos aos fatos e números.

Segundo dados ofertados pela própria PM/SP, cerca de 700 policiais destacados à proteção do entorno do autódromo.

Mesmo com esse efetivo, não desestimularam os bandidos que obtiveram pelo menos 50% de suas ações efetuadas com sucesso.

Não, não estou usando de sarcasmo e sim de deboche mesmo.

Tais ações destes bandidos já são de conhecimento das autoridades a anos e ninguém faz absolutamente nada.

Vários carros são abordados ou mesmo furtados na região do entorno do autódromo e principalmente próximo ao portão do kartódromo.

Vários usuários do kartódromo tiveram suas motocicletas furtadas pouco antes de adentrar pelo portão.

Então pergunto, se já tinham o conhecimento da ação de “meliantes” na região, porque não se fez nada antes?

Seria então o caso da tal “TRAGÉDIA ANUNCIADA”.

Para um público que se contenta com o Hino Nacional “genérico”, desembolsam um caminhão de dinheiro por ingressos para sentar em caibros de madeira e ver borrões coloridos passarem a sua frente, a falta de outros tipos de atrações acaba sendo meros detalhes, afinal o “trouxa” foi ver a F1.

O que vale mesmo é a emoção, seja ela na ponta do cano de uma arma ou na ponta de um escapamento com um ruído chocho e sem graça, (desculpe a redundância).

 PS. Só pra constar, a corrida teve algumas batidinhas e só.

Por Alex Cronhal


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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Você sabe o momento certo de “parar”?

Quem sabe o momento certo de “parar”?

Quem sabe o momento certo de aposentar, ou mesmo parar com uma atividade?

Bom, segundo a Legislação Brasileira atual, em geral um indivíduo que tenha contribuído durante 30 anos para as mulheres e 35 anos para os homens, isso sem idade mínima, claro tirando desse balaio os casos especiais e os absurdamente “especiais”.

Aí você lê a história de um sujeito que reflete em um início de trabalho aos 8 anos de idade, aos 21 anos já com experiência decidiu dar voos maiores indo trabalhar em outros Continentes, aos 36 anos decide parar, aposentar.

A matemática é clara, fria e às vezes até cruel se analisar apenas os números, porém acredito que temos que analisar também algumas variáveis.
Sendo assim, até onde podemos criticar o desejo de Felipe Massa em não mais continuar na F1?

Respondo, não podemos.

Li algumas matérias e vários posts em redes sociais dizendo que a escuderia teria errado em liberar Felipe Massa.

Primeiro seja proprietário de uma escuderia, fique 40 anos administrando funcionários que por muitas vezes brigaram entre si e mesmo assim foi Campeão, aí poderá criticar alguma decisão.

Se a empresa acertou ou não em não mais desejar ficar com o piloto brasileiro em seu acervo de funcionários (sim, piloto é um funcionário) é apenas assunto de seus Diretores e não de pessoas que não conseguem administrar nem a própria vida, mas adora fazer o joguinho do “achismo”, afinal se alguém tiver o dom de adivinhar o futuro, por favor, me forneça o resultado da loteria.

PS. Até mesmo os críticos fervorosos que dizem, “poxa, de novo”, “outra vez”, também devem ficar calados, pois quem nunca se arrependeu de uma decisão tomada na vida que atire a primeira pedra.
´

Por: Alex Cronhal 

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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Você entendeu? Nem eu.



Fim de semana repleto de emoções no GP dos Estados Unidos da América, ou GP de Austin.

Com as arquibancadas cheias desde sábado, a F1 mostra que com a nova administração quer ver mesmo é casa cheia.

Com shows de Justin Timberlake e cia., o fim de semana tinha que ser fechado com algo errado, beirando o ridículo.

Até parece que se utilizaram da filosofia Persa em dizer que “perfeito, apenas Deus” (menção à Falha Persa em seus famosos tapetes).

O piloto larga em P16 em razão de uma punição, (ridícula na minha opinião), em razão de troca de motor e termina em P3.

Tudo certo e perfeito no fim de semana,........, até Max Verstappen sair do seu bólido.

Até entendo a razão da punição, o que realmente quero que alguém me explique, é o porque de somente o piloto da Red Bull Race ter sido punido, sendo que 30 dos 22 carros no grid atravessaram aquela faixa em algum momento da prova.

Um exemplo ainda mais gritante foi na 7ª volta, na manobra fantástica entre Daniel Ricciardo, que atrasou o máximo a freada, colocou-se por dentro na curva ao lado de Bottas, que acabou tendo que literalmente sair da pista e retornar como se nada tivesse acontecido, disputando a posição naturalmente.

Se nessa manobra do piloto da Mercedes, que foi investigada, não puniu ninguém, porque punir o Max na manobra que ultrapassou Kimi (que declarou não saber também o porque da punição)?????

Então fica aqui o meu desafio para você internauta leitor.

ALGUÉM ME EXPLICA?????

Por: Alex Cronhal


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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O brasileiro gosta da F1?


A pergunta que não quer calar, e está deixando alguns brasileiros que ainda gostam de assistir a então categoria supra-sumo do automobilismo mundial na telinha, ou telona.

         O brasileiro gosta da F1?

No Brasil já sabemos e sentimos que a mídia brasileira já não dá mais o mesmo valor da década de 90.

A perda de interesse do brasileiro em acordar de madrugada, levantar nas primeiras horas da manhã do domingo, não se deu em não ter um piloto brasileiro de ponta desde um certo 1º de maio, e sim da própria mídia brasileira ter enterrado esse interesse juntamente com o ídolo.

Mas então, vejamos....., foi realmente a mídia brasileira que fez isso, ou o próprio público demonstrou a sua real paixão?

Analisando a questão, podemos chegar à conclusão de que o brasileiro somente gostou de ver os bólidos da F1 na TV até a década de 80, onde tínhamos pilotos de verdade, pilotos que tinham que conduzir verdadeiras cadeiras elétricas, acertá-las, ajustá-las, usando de criatividade para tirar o melhor desempenho “impossível” dos equipamentos que tinham em mãos.

Perguntem ao Emerson, Nelson, Wilson, Roberto, Maurício, Ricardo, Chico, Cristiano, Ingo, Alex, Tarso, Pedro, Raul como era.

Notem que citei apenas alguns dos 31 nomes de brasileiros que pilotaram um carro na categoria máxima do automobilismo mundial.

Caso não conheça metade desses nomes, significa e corrobora com a resposta à pergunta inicialmente feita, o brasileiro realmente nunca gostou da F1.

Essa é minha opinião e te desafio a me convencer do contrário.

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Por: Alex Cronhal

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Quanto vale uma vela de ignição?



Quando o seu meio de transporte motorizado, seja carro, moto, mobilete, até mesmo o ônibus apresenta algum problema no motor, pode ser desde um simples parafuso até algo mais grave, certo? Certo!

Toda vez que acontece algo desse tipo, ficamos bravos, irritados, inconformados, afinal o nosso meio de transporte nos deixou na mão.

Quanto custa o conserto de uma vela de ignição, R$100,00, R$200,00, R$300,00? Tudo vai depender do modelo e ano do seu veículo motorizado.
Imagine isso em um veículo motorizado preparado para competição? Claro, o custo será bem maior, não? Posso afirmar que na maioria das vezes.

No GP de Suzuka de F-1, pelo menos o que foi ali declarado, a Ferrari de Sebastian Vettel teve o então irritante problema em suas velas de ignição. Sim, velas, afinal a então “Unidades de Potência” usam 6 cilindros, usando então, um jogo de 6 velas de ignição.

Volto a perguntar.

Quanto vale uma “vela de ignição”?

Pode valer um Campeonato Mundial de F-1.

O mundo das competições no Esporte a Motor é assim, uma caixa de surpresas onde acontece de tudo,  onde carros desenvolvidos com milhões de dólares e podem acabar parados por uma peça de $100 e também com o trabalho de um ano inteiro.

Essa é a vida que segue.

Por: Alex Cronhal


PS. Este blog é opinativo e não aberto a teorias de conspiração.

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

As obras intermináveis no Autódromo de Interlagos



Em 1990 o Autódromo José Carlos Pace foi novamente entregue à população paulistana, há quem diz brasileira, porém o que se vê parece que a obra nunca acabou.
Sabe aquela reforma que fazemos em nossas residências, aquelas que começam como pequenos reparos e acabam quase demolindo e construindo outro imóvel no lugar? Bem, parece que o autódromo paulistano não foge a essa “regra”.
Há quem diz que o dinheiro já gasto em décadas com reformas, acabamentos, demolições, reconstruções, tira, põe, monta e desmonta, se construiria um novo autódromo com todo o seu aparato moderno e de primeiro mundo.
Se a F-1 movimenta milhões de reais na cidade de São Paulo, alguém já se perguntou o valor que fica para ser usado no autódromo?



A bola da vez em 2017, não está apenas nas estruturas para receber o público ou a infindável reforma dos boxes e paddock, agora é na pista.
A então recém apelidada de “curva mortal” do Café, isso mesmo, aquela que já vitimou pilotos de carros e de motos(para alguns, culpa única e exclusiva da curva).
Se antes colocaram uma chicane mal desenhada, mal orquestrada e pessimamente construída, hoje estamos fazendo o que???? exatamente, reformando.
Ouvi a opinião de vários pilotos que por ali costumam passar, se não acima dos 200 km/h, é bem próximo dessa velocidade e foi quase unânime, que em qualquer tipo de disputa ali, alguém sairá perdendo e não será apenas a posição. Variáveis desde o piloto desgarrar e rolar barranco abaixo de volta à curva “Bico de Pato”,  até ir de cara para o muro da parte de fora da curva do “Café”.
Outra alteração no traçado é a reforma do traçado da curva “Bico de Pato”.
Alguns dizem que irá deixar o traçado mais rápido, outros que estão tirando o charme da pista, outros que estão extirpando o traçado mais uma vez, prefiro dizer que é mais uma reforma desnecessária.
Espero que, pelo menos, algumas das perguntas aqui feitas sejam respondidas e que “jornalistas”, que nem habilitação para dirigir carrinho de mercado tem, parem de aplaudir certos absurdos.

Por: Alexandre Cronhal


A Stock é brasileira e não desiste nunca. Que bom!!!!!

A Stockcar é a principal categoria de turismo no Brasil? Sim, isso é fato e inegável. A categoria é a mais antiga e rentável da at...